22 de agosto de 2017

[Resenha #81] Princesa de Papel

Titulo: Princesa de Papel
Autora: Erin Watt
Editora: Essência
Páginas: 368

Sinopse:O primeiro livro da série The Royals, a nova sensação new adult dos EUA. Ella Harper é uma sobrevivente. Nunca conheceu o pai e passou a vida mudando de cidade em cidade com a mãe, uma mulher instável e problemática, acreditando que em algum momento as duas conseguiriam sair do sufoco. Mas agora a mãe morreu, e Ella está sozinha. É quando aparece Callum Royal, amigo do pai, que promete tirá-la da pobreza. A oferta parece tentadora: uma boa mesada, uma promessa de herança, uma nova vida na mansão dos Royal, onde passará a conviver com os cinco filhos de Callum. Ao chegar ao novo lar, Ella descobre que cada garoto Royal é mais atraente que o outro – e que todos a odeiam com todas as forças. Especialmente Reed, o mais sedutor, e também aquele capaz de baixar na escola o “decreto Royal” – basta uma palavra dele e a vida social da garota estará estilhaçada pelos próximos anos. Reed não a quer ali. Ele diz que ela não pertence ao mundo dos Royal. E ele pode estar certo. 
Olá meus leitores, hoje vim trazer resenha de um livro que eu já queria ler desde o lançamento, eis que eu comprei vários livros na amazon no  fim do mês passado, mas acabei deixando esse por ultimo, pois minhas amigas falaram que eu poderia entrar em uma pequena ressaca literária devido ao fim desse livro. Então optei por ler todos os outros que eu comprei para depois ler esse. Vamos saber o que eu achei de Princesa de Papel?


 Ella é uma menina que desde cedo já sabe o que é responsabilidade. Sua mãe a amava, disso ela jamais teve duvida, mas sempre a colocava em situações delicadas como, por exemplo, ter que ficar mudando o tempo todo sempre em que ela trocava de namorado. Ella já estava acostumada com as mudanças e com as várias personalidades dos namorados de sua mãe então nada mais já a surpreendia.
Então a mãe de Ella adoece e ela não vê outra saída, pega a identidade da mãe e começa a trabalhar como Stripper assim como sua mãe era para ajudar nos gastos, pois era muita coisa e ela não tinha essa quantidade de dinheiro. Para Ella está foi à maneira mais fácil, já que a única família que ela tinha era sua mãe. Só que mesmo tendo tratamento adequado a mãe de Ella vem a falecer.

Mesmo depois d falecimento da mãe, Ella não para de trabalhar, pois agora ela precisa mais do que nunca do dinheiro. Então em um belo dia ela esta na escola quando é convocada pelo diretor para ter uma conversa. Passa mil coisas na cabeça dela, mas garanto que nenhuma das coisas era o que ela viu quando ela chegou lá. Havia um homem muito bem apresentável na sala do diretor alegando ser o seu tutor legal, ela entra em desespero total chega até a julgar que toda a papelada que ele apresenta é falsa, já que ele vem em nome de seu pai.

Em um momento de desespero vendo que o homem já sabia do falecimento da mãe, na qual ela escondeu por um tempo estava querendo cuidar dela. Eis que ela aceita a proposta de um clube de Stripprs que paga bem melhor que os outros, pega sua mochila e parte para lá. Quando ela chega é apresentada as meninas e o dono da Boate fala que tem um cara querendo um show particular e tem que ser dela. Para a surpresa de Ella quem está a aguardando é o mesmo homem que estava na sala do diretor. No começo ela reluta, mas depois da ouvidos para o que o home tem a dizer.


Ele explica que além de ser melhor amigo do seu pai, recebeu uma carta da mãe dela e que foi nessa carta que o pai dela descobriu que ia ser pai, mas por um triste golpe do destino antes dele poder ter a chance de conhecê-la ele acaba falecendo. Ella então aceita tudo que o homem tem a lhe oferecer. Quando ela chega a casa, casa não a mansão ela se assusta com tanto luxo e regalia. A mansão dos Royals é um verdadeiro castelo. Então o Sr. Royal a apresenta para os seus filhos, mas logo de cara nenhum gosta dela, pois acham que ela dorme com o pai deles.

Os meninos decidem que vão infernizar a vida de Ella, fazem de tudo e na maioria das vezes conseguem. Só que Ella é mais resistente do que eles imaginam, como diria o ditado  quem mexe com fogo acaba se queimando  é bem isso, todos que mexem com ela, Ella faz questão de devolver a altura sem pensar nas consequências que isso pode gerar.

Reed é o que mais implica com a menina, se ela respira ele já está implicando com ela. Há julga o tempo todo, mas tem um ar de proteção com ela. Com o tempo as coisas vão se acertando e  a verdade sobre cada um vem vindo a tona, e nem tudo é realmente o que parece.

PERFEITO!
 Quando minhas leitoras me indicaram esse livro, eu dei uma olhada na sinopse e vi mais uma vez que minhas leitoras sabem bem do que eu gosto e isso me encheu o coração. Deixei para fazer a leitura dele por ultimo, pois já sabia que o final era bem PUNK. Foi meu primeiro contato com a escrita de uma das autoras, pois para quem não sabem são duas autoras Jen Frederick  e a diva dona da bagaça todo Elle Kennedy, foi uma junção perfeita. Para quem ama a série Amores improváveis vai amar com toda certeza esse livro.


Os irmãos Royals são uma mistura de tudo um pouco, são ogros feitos o Shrek, mas com o tempo vamos descobrindo a personalidade de cada um deles. No começo você começa até duvidar de algumas atitudes deles, mas você começa a ir pegando certo carinho, mas vou te falar até chegar nesse nível com toda certeza vocês vão querer matar eles no mínimo umas mil vezes antes de chegarem a esse estagio.

Reed é um personagem que eu jurava que não era principal, não sei por que achava que o irmão que no inicio Ella achou ele um gatão (todos são) que seria o principal. No inicio do livro ele não em desceu, mas fazer o que? Eu sou apaixonada em um Bad Boy, mesmo sabendo que ele era um destruidor de corações e não prestava eu confiei pesado nele. Reed tem lá seus momentos e com o passar das páginas você consegue entender por que ele é tão amargo e até inseguro e isso reflete muito em suas atitudes machistas e sem noção alguma. Ele também arrumou um jeito de descarregar sua raiva.

Ella é aquela personagem que você consegue sentir afinidade logo de cara, pois você consegue perceber que tudo que ela faz até mesmo as burradas é para se proteger, por que desde muito nova ela teve que lidar com coisas que não era da sua idade, ela cresceu mais cedo que muita gente ela passou por tanta coisa que aprendeu a desconfiar de tudo e isso a tornou uma personagem forte. O que mais me encantou nela é que ela é uma personagem de presença, em momento algum você a vê se remoendo por tudo que já passou muito pelo contrario ela segue em frente sem olhar para trás. Quando ela sabe que vai desmoronar que não aguenta mais ela segura, mas não demonstra para o Royals . Ella é uma personagem com uma personalidade incrível e com uma estória de vida marcante.

Os personagens secundários me levaram de ódio a risadas, pois eles fazem você querer entrar na estória e debater tudo aquilo que está acontecendo. Uma dica não se deixe enganar por muitos rostinhos bonitos que tem nesse livro. As autoras sabem fazer você odiar um personagem com uma intensidade tão grande a ponto de você querer entrar no livro e estapear a cara de um por um.


O romance do livro é bem convincente, você consegue sentir o sentimento crescendo nos mínimos gestos, com a preocupação e as reações. Isso foi lindo de ver. A criação dos personagens foi muito bem elaborada cada um com sua singularidade e seus caprichos. Juro que eu não aguentaria viver um dia com algumas pessoas desse livro. As cenas são bem elaboradas e faz o coração do leitor de encher. A ambientação também está bem descritiva, mas anda muito cansativo, apenas para nos situarmos onde estamos.

A narração é feita em primeira pessoa pelo ponto de vista da Ella, confesso que senti falta da narração do Reed e até mesmo de alguns dos irmãos em determinadas cenas do livro acho que traria um up para estória, tudo bem sabemos que o próximo livro é o Reed que narra, mas ainda assim acho que seria bacana uma narração intercalada entre ponto de vista de ambos. A diagramação do livro está perfeita, a capa nem se fala. O final desse livro me deixou com um nó enorme na garganta, com uma vontade de gritar a quatro cantos, mas sabia que não podia fazer isso. Não vejo a hora de ler o segundo livro, pois realmente estou necessitada disso. Indico muito esse livro. Quem já leu o que achou?





13 de agosto de 2017

[Série] Frontier


No século XVIII, o comércio de peles na América do Norte foi um dos grandes pontos de conflito do início do que era chamado "o novo mundo". A Hudson's Bay Company (que existe até hoje) detinha o monopólio desse mercado, porém foi perdendo espaço para comerciantes franceses e holandeses, o que deflagrou um longo período histórico de derramamento de sangue. É nesse pano de fundo que se desenvolve Frontier, a nova produção original da Netflix, em parceria com o Discovery Channel Canada.
Se você não é um profundo conhecedor de História, mas mesmo assim tem a sensação de que já viu isso em algum lugar, fique tranquilo; você já viu. Mais especificamente, no filme O Regresso, do diretor Alejandro González Iñarritu, estrelado por Leonardo DiCaprio e ganhador de três Oscar em 2016. Porém, ao contrário do filme, Frontier se propõe a se aprofundar na questão.

Com 6 episódios de aproximadamente 45 minutos, a série conta o drama de Declan Harp (Jason Momoa, que também assina a produção executiva),um ex-soldado, descendente de nativo americano e irlandês, que após perder a mulher e o filho nas mãos de Lorde Benton (Alun Armstrong), o representante da Hudson's Bay, transforma essa disputa de mercado na sua cruzada de vingança pessoal, tornando-se uma verdadeira máquina de matar.
Aos poucos você fica sabendo que tem mais gente de olho nesse mercado. O comércio de peles também é disputado pelos irmãos Brown, Samuel Grant, Elizabeth Carruthers e Grace Emberly, a dona da taberna de Fort James, que compra informações com cerveja e dissimulação e, a personagem ondetudo se converge. Existe ainda outra figura que se mostra central na trama, que é Michael Smyth (eu tenho a sensação de que é ele que conta a história), um órfão irlandês que vai parar no novo mundo de maneira acidental e se vê bem no meio dessa complexa teia de interesses.


Chegando de forma discreta (pois disputou a estreia com a aguardada Desventuras em Série), Frontier aparece como mais uma tentativa de emplacar um seriado histórico, após o cancelamento de Marco Polo. Com uma violência constante, negociações que acabam à base de machadadas (ou machadinhas), tantos dos indígenas quanto dos europeus e cenas de evisceração cheias de sangue, a produção também foi dita inspirada por Game of Thrones, ainda que se mostre, por enquanto, consideravelmente mais simples. E é esta mesma simplicidade que, para alguns críticos, compromete a série.


Com um roteiro bastante irregular, Frontier não apresenta mistérios ou surpresas. Os personagens são muito bem definidos em termos de mocinhos e vilãos, o que corre o risco de ficar estereotipado e compromete as subtramas apresentadas, cuja progressão é interrompida muitas vezes, apenas para ser resolvida de uma hora para a outra mais para frente, como pode ser visto na relação entre Harp e Smyth. Até o final da temporada os personagens são colocados em um ponto comum, mas é tanta subtrama junta e tão pouco tempo para desenvolver, que é difícil definir quem é o protagonista e cada episódio faz você sentir como se estivesse diante de um filme de duas horas, o que definitivamente mostra que assistir a tudo de uma vez, não é a melhor maneira de aproveitar esta série.
As sequências noturnas também são problemáticas. Não sei se foi em busca de um maior realismo, mas são sequências muito difíceis de enxergar, o que concorre para que a imersão do espectador e o ritmo da história sejam prejudicados (depois me conta se você forçou seus olhos tentando ver cenas importantes).

Todas essas dificuldades ficam bem claras no último episódio. Como todo enredo que é conduzido em torno de uma grande rivalidade, espera-se que o embate final seja o grande acontecimento. Porém, Frontier termina com um anticlímax constrangedor, que não resolve nenhum de seus arcos e deixa você com uma sensação de que algum capítulo foi perdido (eu voltei para continuar vendo a série e tomei um susto que já tivesse acabado!). É um final que simplesmente interrompe a ação no meio, como se o capítulo fosse dividido em duas partes, com a segunda só podendo ser vista na próxima temporada (que já foi confirmada). Basta lembrar o bochicho que deu TWD ter interrompido o massacre de Negan na mid-season.
Outra crítica que paira sobre a série é que, embora ela se proponha a contar este período histórico, ela mesma foge da História, tendo mais drama do que história. Particularmente, não foi algo que me incomodou.

Apesar de todos estes deslizes, os figurinos e as locações são bem acertados e lindas e, por fim, Frontier deixa uma boa impressão. Passado o estranhamento inicial, você se vê cativo, aproveitando a viagem; principalmente, por causa de Jason Momoa.
O ator já havia investido em séries menores, mas de alto potencial, como The Red Road, do Sundance Channel. Em Frontier, seu personagem não ganha nenhuma profundidade com o passar do tempo e sua atuação compromete e muito o episódio final. Mas aqui vai algo interessante sobre Momoa. Embora haja quem diga que na maior parte do tempo ele funciona simplesmente como o “brucutu que tem causado problemas no norte”, o forte do ator é exatamente sua presença; e é isso que, ao final, faz diferença. Esta história conta com a necessidade da aparência do personagem, o que também tem sido uma constante nos papéis de Momoa.

Não sei se um dia o veremos num papel que lhe exija maior entrega dramática, mas o fato é que vê-lo em cena é sempre um frenesi. Em Frontier não é diferente e ele passa a série olhando para baixo para conversar com os outros personagens, dominando a tela. Mas não espere vê-lo sem camisa. A história é sobre peles e numa terra que faz muito frio. A única cena em que ele mostra o físico, você quase nem vê. Ainda assim, o vigor e o magnetismo desse homem estão lá; estão sempre lá!

No mais, fica a torcida para que a segunda temporada reoriente os tropeços e nos mantenha interessados na história. Porque no Momoa... Me abana aqui!

8 de agosto de 2017

[Resenha #80] Amor Imenso

Titulo: Amor Imenso
Autora: Penelope Ward
Editora: Essência 
Páginas :272

Sinopse: Desde garoto, Justin amava Amelia, que odiava Justin desde que ele se mudou para a casa vizinha à da sua avó, em Rhode Island. Não, nada disso. Amelia também amava Justin, mas um mal-entendido o fez pensar que a garota mais incrível do mundo não correspondia ao seu amor e, pior, o odiava.Os anos se seguiram, e os dois tomaram caminhos distintos até que o destino – e um empurrãozinho de Nana, avó de Amelia – os reuniu novamente na casa onde se conheceram quando eram adolescentes. Obrigados a compartilhar o mesmo espaço, Justin – que aparece na casa de praia de Nana com a namorada – e Amelia vivem como cão e gato. Orgulhosa, a princípio ela não dá o braço a torcer ao amor que sempre sentiu pelo vizinho e reluta o quanto pode contra os encantos de um Justin, agora, maismaduro e... muito mais atraente. Será que ambos resistirão à paixão e ao desejo que os incita desde a adolescência?
Olá, meus queridos leitores.
Eu já estava namorando esse livro sem antes mesmo ler a sinopse, tudo bem que a capa tem um homem maravilhoso nela (confesso que foi uma das cosias que em chamou atenção), mas mesmo sem saber o enredo do livro ele já estava na minha lista de desejados. Falei que só leria a sinopse quando o livro chegasse e foi bem assim que eu fiz. Vamos saber o que eu achei de Amor Imenso?



 O livro narra à estória do Justin e Amélia dois amigos que se conheceram quando eram crianças. A avó de Amélia cuidava do Justin já que assim como a mãe de Amélia os pais de Justin eram bem ausentes. Com isso acontece uma coisa e eles se desentendem e Amélia vai embora. Agora nove anos depois a avó de Amélia falece e deixa uma casa na praia na qual os dois eram apaixonados para os dois, meio a meio.
No começo Amélia fica meio relutante, mas compreende que sua avó tinha Justin como um neto. Como ela estava em uma fase difícil tinha acabado de descobri que seu namorado andava a traindo ela resolve ir para essa casa e passar uns dias por lá. Os primeiros dias são normais ela acaba se adaptando a uma rotina de verão. Mas o que ela não contava acaba acontecendo. Um dia ela sai para fazer a feira da casa e quando retorna tem uma linda loira na cozinha.
Eis que ela descobre que é a namorada do Justin, uma mulher muito simpática que a todo tempo tenta agradar e manter a paz entre os dois. Justin aparece e logo trata de alfinetar Amélia por algumas coisas do passado. A namorada do Justin é atriz então às vezes tem que largar tudo que está fazendo para ir fazer um teste em algum lugar. Amélia não crê em que os seus olhos veem Justin está mais lindo do que antes, mas com uma aparência mais seria, mas os olhos há os olhos continuam com a mesma intensidade.
O tempo passa e eles resolvem que vão ficar os três na casa e passar o verão. Amélia acaba ficando mais próxima a namorada do Justin e acabam conseguindo um serviço temporário por lá só para não ficarem de pernas para o ar, mas Amélia se sente culpada o tempo todo por desejar o namorado de alguém que a trata tão bem e com tanta lealdade. Eis então que a namorada do Justin começa a ir e voltar de teste e a atração dos dois começam a ficar inevitável, mas assim como Justin, Amélia é totalmente contra traição.
A estória vai se desenrolado e a cada dia fica difícil negar um para o outro. As coisas vão evoluindo eis que Amélia recebe uma noticia que faz seu mundo para de girar, mas mal ela sabia que talvez isso fosse apenas à solução dos seus problemas. Amor imenso é um livro que vai te fazer rir, te fazer chorar e querer saber cada vez mais dos personagens.

 Que livro foi esse!
 Foi meu primeiro contato com a escrita da autora e li ele em menos de vinte e quatro horas, levei para o serviço e não conseguia largar o livro de jeito nenhum e o legal era que as meninas do serviço ficavam o tempo todo querendo saber o que acontecia com o livro, pois quando falei da sinopse para elas todas se interessaram.
A premissa é maravilhosa, para ser sincera o livro me pegou de jeito e li ele em menos de 24 horas. Vi algumas pessoas falando que não gostou muito do enredo por lembrar bastante outro livro da autora, mas como eu amo essa pegada com toda certeza eu amaria os dois.

Justin é um personagem fascinante, no começo é um pouco autoritário e arrogante, mas conseguimos compreender o porquê disso e não tiro sua razão, pois ele não faz por mau é apenas o reflexo da sua angustia. Foi um personagem que acompanhamos sua evolução. É um homem de um caráter incrível, pois ele poderia ter traído a namorada dele várias vezes com a Amélia, mas não traiu isso para mim é ser homem, saber se posicionar em cada situação. No fim eu já era  Team Justin por que ele é incrível e me fez chorar e repensar muitas coisas.
No começo do livro achei que não me identificaria com a Amélia de jeito nenhum e não sabia explicar o porquê, mas assim como o Justin ela me surpreendeu de uma maneira que nem eu sei explicar. Ela é uma personagem forte quando eu digo forte digo forte mesmo, ela mostrou que pode fazer muita coisa, e foi nesse instante em que eu me encantei por ela.


Várias cenas me fizeram chorar nesse livro, fui de sorrisos a lágrimas, pois o enredo mexeu muito comigo. Uma das partes em que eu chorei pode parecer boba, mas sei lá me senti tocada por essa cena: Justin tem uma tatuagem de código de barras com números, na hora em que ele explica a Amélia o que são esses números meu coração se encheu tanto que eu achei que ia explodir de amor. Nos cinco últimos capítulos a cada fala deles eu chorava até por que eles passam por uma situação bem delicada e isso me tocou bastante. Eu amo quando me sinto tocada por uma estória
É UM LIVRO HOT? É sim, mas um hot super dosado e as cenas de sexo são poucas, nesse livro realmente temos uma estória e o plano de fundo dessa estória é o amor renascendo e foi fantástico, pois você consegue perceber a faísca deles se reacendendo. A autora soube dosar em tudo nesse livro desde as cenas hot até o drama.
Os personagens secundários são de grande importância nessa trama, como por exemplo, a mãe da Amélia nem sei se aquilo pode se chamar de mãe, mas tudo bem é uma mulher mesquinha e mesmo fazendo tudo que fez se acha no direito de alguma coisa. Temos também a namorada do Justin, um doce de mulher uma personagem que me encantou também por sua pureza e lealdade.

O cenário é maravilhoso em clima tropical, um clima que eu amo e para ser sincera consigo imaginar a casa direitinho. A escrita da autora é bem fluida o que nos proporciona uma leitura rápida e cheia de emoções. A diagramação está impecável começar por essa capa que chama atenção em qualquer lugar toda trabalhada no preto e vermelho e esse homão na capa. A diagramação está linda a cada capitulo temos uma cerca de arame, pois é uma das tatuagens do Justin. Não tenho nada a reclamar muito pelo contrario só elogios, está tudo muito bem trabalhado. Queria que tivesse mais livros deles, mas para minha tristeza é um livro único, então essa é minha dica de hoje, leiam vocês vão adorar é um romance arrebatador que vá te deixar sedenta  por mais e mais.