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[Séries] American Crime Story




Crime, Kardashians e prêmios
 
Em 1995 (quem não havia nascido levanta a mão) Orenthal James Simpson, mais conhecido como O.J. Simpson foi levado a julgamento, acusado de ter assassinado brutalmente sua ex-mulher, Nicole Brown Simpson e o amigo dela, Ronald Goldman, no ano anterior.
Até aí, mais uma manchete de crime. Mas quando se soma um grande herói do esporte e do entretenimento, uma das histórias mais conturbadas e populares do EUA (cerca de 150 milhões de pessoas pararam na frente da TV para assistir ao ex-jogador de futebol americano no banco dos réus), um grande nome por trás de sucessos da TV americana e um elenco de atores consagrados, você se depara com, nada mais, nada menos, do que a primeira temporada de American Crime Story: O povo contra O.J. Simpson, a série com o nome mais longo e mais ouvido na cena das premiações: foram 22 indicações e 9 premiações no Emmy Awards, 5 indicações e 2 premiações no Globo de Ouro e 1 premiação no Screen Actors Guild Awards.
Produzida por Ryan Murphy (GleeAmerican Horror StoryScream Queens), em parceria com Scott Alexander e Larry Karazenwski (O Povo Contra Larry Flint), a produção teve como inspiração maciça, a obra The run of his life: The people vs. O.J. Simpson, de Jeffrey Toobin.


Se você já viu Operação Valkyria (se não viu, corra para tal), sabe que se trata de uma história real e que, por isso mesmo, você já sabe o fim. Só que a história é tão bem contada, que você quer saber o que vai acontecer e até torce para dar certo, esquecendo-se completamente do final. Foi esse o desafio que Murphy encarou em American Crime Story: O povo contra O.J. Simpson: o de manter o público instigado até o fim, mesmo que ele já soubesse o final. A escolha foi abordar o julgamento por "dentro", pelo ponto de vista dos promotores, advogados de defesa, juiz, jurados e até amigos do suspeito. E para que isso desse certo, a produção foi cercada por dois grandes trunfos. O primeiro, as grandes atuações do elenco.

Do lado da acusação, temos Sterling K. Brown encarnando Christopher Darden e, Sarah Paulson, que interpreta a advogada da promotoria, Marcia Clark e, cuja atuação fez a rapa em todas as premiações. No time da defesa estão Courtney B. Vance, que interpreta Johnnie Cochran, o líder do "dream team" da defesa, que ainda conta com John Travolta, simplesmente soberbo como o advogado Robert Shapiro e, David Schwimmer (o eterno Ross, de Friends), como Robert Kardashian (sim; é Kardashian, mesmo), amigo íntimo de O.J. Simpson, interpretado por Cuba Gooding Jr. Há que diga que, apesar de já ter ganhado um Oscar, Cuba Gooding Jr. está apenas “ok” no papel. Não se engane. O ator consegue mostrar a personalidade do astro, sem cair na caricatura e sem entregar a culpa. É que, como já dito, a série não é sobre O.J., mas sobre todas as outras pessoas envolvidas no caso. E isso faz diferença no resultado, inclusive da atuação do próprio Cuba Gooding Jr.

O segundo trunfo da série é a fidelidade aos acontecimentos do julgamento, o que foi muito além das caracterizações físicas do elenco. Além da forma de expressão das personagens, que faz você se emocionar com o episódio seis, não por acaso, intitulado Marcia, Marcia, Marcia (dá-lhe Paulson), há muitas falas e cenas que foram retiradas do que foi televisionado. Isso tudo ajuda a contextualizar a história (mesmo para você que ainda não tinha nascido na época do crime).

Lembra que lá no começo eu disse que os EUA pararam para ver o julgamento? Pois é! Foram 372 dias de audiência até o veredito final que inocentou O.J. Simpson, apesar de quase todas as provas do crime apontarem para o seu envolvimento. Um dos motivos para isso foi que os Estados Unidos viviam uma época de crise, com inúmeros casos de negros sendo mortos por policiais. Uma parcela da comunidade negra acreditava que a promotoria estava acusando O.J. Simpson injustamente. Como estratégia, o advogado da promotoria, Christopher Darden (Sterling K. Brown), foi escolhido para tentar mudar a ideia da comunidade negra em relação à figura de Simpson. Outro fator foi que O.J. Simpson era uma figura muito popular. Além de ser um grande jogador da NFL, ele participou de filmes como a franquia Corra que a Polícia Vem Aí. Dentro desta perspectiva, a série aponta o local onde o atleta morava, um bairro elitista, de comunidade predominantemente branca, que quando é indicado como cena de um crime, deixa a promotora incrédula, já que lá nunca acontece qualquer crime e, uma fala do próprio Simpson, que atesta “Mas eu não sou negro. Eu sou O.J.”. Para se ter ideia do tamanho da encrenca, uma equipe de reportagem brasileira que chegou aos bairros com maior população negra, tentando saber o ponto de vista deles sobre o julgamento, não conseguiu passar de um determinado ponto, porque foi apedrejada.


É por tudo isso que durante o julgamento de O.J. Simpson, os assassinatos ficaram em segundo plano. Este foi muito mais um julgamento sobre raça, fama e classe social, um dos pontos apontados pela série como responsáveis por corromper o sistema de justiça criminal. Os advogados de O.J. debateram por muito tempo se a palavra niger (criolo) deveria ou não ser utilizada no tribunal. Do mesmo modo, a beleza, o vestuário e a personalidade da promotora Marcia Clark entraram nos holofotes da imprensa da época, ressaltando todo o sexismo e deixando sua competência de lado e as mortes de Nicole Brown e Ron Goldman apenas como notas de rodapé, sem contar o cansaço do júri (o julgamento durou um ano). Essas coisas se refletiram na absolvição de O.J., mesmo que boa parte do país, ainda hoje, não acredite na sua inocência.

À época do julgamento ainda não existia Big Brother, nem Brasil, nem gringo. Mas os programas da TV foram interrompidos para mostrar um Ford Bronco fugindo de uma perseguição policial em uma autoestrada da Califórnia, durante a prisão de O.J. Os adultos abandonaram o trabalho e os alunos saíram das salas de aula para assistir ao veredito do júri, em plena terça-feira, totalizando aquele número estrondoso de 150 milhões de pessoas. Para muitos este foi considerado o primeiro reality show da TV. Para você ter uma visão melhor do quadro, apenas 37,8 milhões de pessoas sintonizaram a eleição histórica de Barack Obama, em 2009.

Comparado ainda a outro presidente, no caso, ao assassinato de JFK (essa é a pergunta que abre o romance O Dossiê Odessa) e, o 11 de setembro, as pessoas do EUA se lembram de onde estavam quando o veredicto polêmico de O.J. foi lido. Chamado de “O Julgamento do Século”, Murphy aproveita tudo isso para, bem mais do que explorar o caso Simpson, lançar a pergunta de o quanto este julgamento ajudou a forjar a obsessão da nação com raça, fama, dinheiro e celebridade.


Falando em celebridades, sim, finalmente chegamos aos Kardashians. Falei que essa história se passa muito antes do Instagram e do E!. Embora o pai do clã, Robert, fosse amigo íntimo de Simpson, ninguém conseguia dizer corretamente seu sobrenome. E é engraçadíssimo ver isso, principalmente se se parar para pensar que você, que nasceu em 1995, tem mais chances de que a sua primeira palavra não tenha sido nem papai, nem mamãe, mas Kardashian. Avesso aos holofotes e, aparentemente, muito boa pessoa, Robert protagoniza uma cena icônica, num restaurante, onde almoça com as versões mirins de Kim, Kloe, Kourtney e Rob e discursa: “Somos Kardashians e nessa família ser uma boa pessoa e um amigo leal é mais importante do que ser famoso. Fama é passageira. É vazia. Não significa nada se você não tem virtudes no coração”. Mesmo engraçado, a evolução dos Kardashians dialoga com o espetáculo que se cria em torno do julgamento do próprio O.J. Simpson.

É por tudo isso que a última coisa com a qual a série se preocupa é o veredito. Sem assumir um lado, ela deixa que o espectador é vá tirando suas próprias conclusões, à medida que os policiais vão desvendando as pistas e o duelo entre promotores e advogados de defesa se desenrola. O que realmente interessa à série é entender como o veredito foi alcançado e o que isso significou para as pessoas envolvidas. E é esta pequena diferença que faz desta, uma das melhores produções a que você pode assistir.
 
Em forma de antologia, American Crime Story contará uma nova história a cada temporada (já foram confirmadas quatro). Os próximos focos serão em crimes que aconteceram durante a passagem do furacão Katrina pelos Estados Unidos e o assassinato do estilista Gianni Versace.
 
 

Livros por menos de 20,00






 Olá, meus queridos leitores!
Hoje vim trazer aquele famoso post que enche nossos olhos, separei vários tipos de livros com um preço bem bacana para vocês, espero que vocês curtam e boas compras!


[ Resenha #97] Sinceramente Carter

Titulo:  Sinceramente, Carter
Autora: Whitney G.
Editora: Universo dos Livros
Páginas:400
Sinopse:Depois do sucesso da série Reasonable Doubt, que chegou ao topo da lista dos mais vendidos da Amazon, do The New York Times e do USA Today, Whitney G. Williams nos lança a dúvida: o que acontece quando você se apaixona por seu melhor amigo?
Apenas amigos. Somos apenas amigos. Não, sério. Ela é só minha melhor amiga. Arizona Turner é minha amiga desde a quarta série, mesmo quando a gente “se odiava”. Acompanhamos a vida um do outro desde o primeiro beijo, a primeira vez, e somos uma constante na vida do outro quando os bons relacionamentos ficam ruins. Até nossas faculdades ficavam a minutos de distância uma da outra.Com o passar dos anos, e apesar do que dizem por aí, nunca ultrapassamos nenhum limite. Nunca sequer pensei a respeito.Nunca quis. Até que, certa noite, tudo mudou. Pelo menos devia ter mudado…Apenas amigos. Somos apenas amigos. Só estou dizendo isso até descobrir se ela ainda é “apenas” minha melhor amiga.


Olá, meus queridos leitores!  i'm back!
 Depois de um longo tempo sumida estou de volta, passei por um momento em que não tinha vontade de postar, nem de ler nem de nada, mas graças a Deus a vontade ressurgiu e vim trazer a resenha desse livro pra lá de interessante que trabalha muito sobre a amizade entre homem e mulher, vamos conferir o que eu achei de  Sinceramente, Carter?
 Carter e Arizona,  começaram uma amizade na quinta série, bom eles ainda discutem se  foi mesmo na quarta ou quinta série, desde então não se desgrudam mais. Agora que os dois estão diante de seguir suas vidas para dar um up a mais na carreira muitas coisas novas começam a surgir. 

Carter, é um homem lindo e sabe o poder da sua sedução e não poupa ninguém disso, alás as mulheres que ficam com ele já conseguem ao menos imaginar  que será tudo com muita qualidade. Ultimamente ele só esta tendo namoro fracassado, acho que nenhum durou mais de seis meses e   após seu ultimo termino ele decide que vai curtir o verão e pegar quantas mulheres ele quiser só para o seu  bel prazer

Arizona é meio que o oposto, tem uma certa insegurança para ir pra cama com os caras sempre trava na hora h e isso faz com que Carter zombe dela o tempo todo e sempre a salva o tempo todo.  Eles basicamente só tem um ao outro no quesito "amizade de verdade"  Arizona até tenta ter outras amigas, mas no fim sempre acaba recorrendo a o Carter.  E isso gerou muito problema em vários dos relacionamentos de ambos. 

Era difícil fazer  com que as pessoas a volta acreditem que o que está acontecendo ali é só amizade. Com o passar do tempo os dois começaram a perceber algo que antes não percebiam, gestos, caricias e tudo começou a ficar interessante quando eles realmente resolveram curtir um ao outro.  Quando eles percebem que as coisas  estão saindo fora do prumo eles tentam se negar  que tem algo a mais crescendo. Será que realmente um envolvimento com seu melhor amigo daria certo? Será que realmente estão prontos para algo desse nível? Eles vão ter que colocar tudo a prova para vê se realmente é isso que desejam.



MARAVILHOSO! 

  Primeira coisa que tenho que falar é que livro maravilhoso, mas Bia por que você não falou muito do enredo? Deixa eu explicar,  basicamente a trama central é isso que eu citei acima,  fala sobre a trajetória da amizade deles e como eles descobrem um lindo sentimento e o quanto pode ser ao mesmo tempo certo e ao mesmo tempo errado. Foi meu primeiro contato com   a escrita da autora e so tenho elogios. 

Carter é um personagem hilário e pude até compara-lo com meu amigo, pois assim como Arizona e Carter eu também tenho um melhor amigo (  mas no nosso caso é só amizade mesmo rsrs). Ele não tem um pingo de papas na língua fala o que  da vontade, mas sempre está li com sua capa de super herói  para salvar a Arizona, não importa se ele estiver sozinho ou acompanhado ele abre mão de qualquer coisa por sua amizade com Arizona. Não tem como não se apaixonar por ele, mesmo ele tendo esse jeito ele sempre tenta fazer o que acha que é melhor para todos, um ótimo aluno que sempre está a frente de todos na sala e isso mostra um pouco sobre isso que estamos acostumados a ler em alguns livro que muitos caras não estão nem ai para a faculdade. 

Arizona é uma personagem fantástica, não me julguem, mas como a pessoa aqui assiste Grey's Anatomy  ficou imaginando a personagem um pouco parecida com a da série rsrs. Assim como o Carter ela é uma pessoa com um coração enorme que sempre está disposta a dar uma segunda chance para alguém mesmo que vacilem feio com ela. Ela se esforça muito para ser uma chefe de cozinha renomada. Seu sentimento pelo Carter foi aparecendo e nem ela mesmo percebeu que eles tinham tudo em comum desde sempre. Uma personagem gente como a gente. Me senti muito intima da Arizona e gostei muito da forma que a autora a descreve. 

 A ambientação do livro é ótima e eu adorei que temos uma plano de fundo a amizade entre homem e mulher, algo que é muito discutido nos dias de hoje. Eu concordo plenamente com a autora e a maneira como ela abordou o tema. Existe sim amizade entre homem e mulher baseada no respeito, companheirismo, cumplicidade dentre tantas outras características que lemos referente a amizade de Carter e Arizona é uma amizade de se encher os olhos de tão linda e verdadeira, que de tão verdadeira acaba surgindo um sentimento. 

Foi tão lindo a maneira que eles descobrem que tem algo errado entre eles, que sentimentos estranhos estão surgindo foi algo tão natural, nada forçado foi realmente uma alto descoberta dos dois. Acho que isso foi uma jogada e tanto da autora e ela soube conduzir sem se perder ao longo da trajetoria. 


Os personagens são hilários e amo esse toque de humor que vem junto com o livro. O amigo do Carter ama implicar com  a Arizona e ele é um dos que sempre tem o pé atrás e sabe que rola um sentimento ali. Os diálogos são joviais e muito bem trabalhados eu me matei de ri em diversas situações e me identifiquei com a maioria das situações criadas.Um livro que tem que ser apreciado. Tem cenas quentes?  Tem sim, mas não é o foco central da trama é mais como um bonus para quem realmente quer conhecer a intimidade do casal.


Em suma, é um livro maravilhoso que nos apresenta uma linda amizade. Um livro com uma dose certa de amor, carinho, companheirismo, amizade, cumplicidade, sensualidade e paixão. Espero que tenham gostado da resenha, pois eu não vejo a hora de ler mais livros dessa autora. Alguém já leu?

 Quem ai ama descontos?  tenho uma mega dica para vocês que são os loucos por cupons, visite o site: Cupom Válido, e fique por dentro dos cupons  de livrarias e entre outras marcas  como por exemplo  Ricardo eletro, gostou da dica? Então corre la, vocês vão gostar tenho certeza



[ No cinema com a Bia] 50 Tons de Liberdade






Titulo: Cinquenta tons de liberdade
Duração:1h e 46 min
Sinopse: Christian Grey e sua nova esposa, Anastásia, abraçam completamente sua inseparável ligação, mas eventos horríveis começam a comprometer o seu final feliz antes mesmo de começar.













Olá, meu queridos leitores.
sexta feira dia 09 fui ao cinema me despedir do meu Sr. Grey  e só agora estou tendo estruturas para falar sobre o filme e ainda não sei por onde começar essa resenha. Mas vou tentar colocar em palavras um pouco da minha emoção.


Para quem não sabe vai ai uma curiosidade sobre mim e o blog: Sempre li muito desde muito novas, mas só me tornei uma leitora voraz depois que conheci o 50 Tons eu devorei a trilogia tão rápido que nem eu sabia que conseguia ler tão depressa assim. Depois disso não consegui mais parar de ler e me tornei uma amante dos romances, mas com o tempo tive um necessidade enorme em compartilhar isso com  outras pessoas eis que surgiu o Entre Livros e Amores. Agora vamos ao que interessa.


 O filme se inicia no exato momento que se passa depois dos créditos de 50 Tons  Mais escuros, Grey e Ana agora estão casados e aprendendo a viver essa vida que seria um conto de fadas se não existisse alguns obstáculos que colocaram  a prova muita coisa. Ana está se adaptando a nova vida de Sra.-Grey para ela muita coisa é nova já que ela não gosta muito de ser reverenciada pelo nome do marido.

 Sr Grey está aprendendo cada dia mais com a Ana, sendo um tanto flexível diante de muitas coisas e situações.A vida de casado é uma maravilha, mas alguém o passado não quer deixar a vida deles em paz. Na lua de mel Grey recebe uma chamada de vídeo da Ross informando que ouve um furto de dados e um incêndio em uma das partes da empresa e com isso eles acabam por encerrar a lua de mel e voltam para casa, mas o que mais intrigou o casal foi que quem era o culpado disso tudo era Jack o ex-chefe da Ana.


Assim que volta para o serviço Ana percebe que ganhou um cargo alto na SIP, e fica com a famosa culpa atrás da orelha, ela sabe que tem potencial, mas também sabe que é esposa do chefe do chefe do chefe dela e isso a deixa a merce.  A vida dos dois começam ir bem, eles vão olhar uma casa nova e Grey começa a ficar um homem mas engraçado e extrovertido, mas nem tudo é um mar de rosas quando existe alguém do seu passado querendo se vingar. 


O melhor filme da trilogia!

Falei pouco do filme, por que  a trama central é essa, a nova adaptação do casal e a uma terceira pessoa querendo vingança e que está disposta a tudo para acabar com o Sr. Grey. Tenho que confessar como uma amante da trilogia que ao meu ver esse filme foi feito exatamente para os fãs, foi trabalhado nos detalhes e com muita ação. Faltam algumas cenas? Faltam sim, algumas creio que devem está no DVD, mas outras realmente não tiveram e todo mundo sabe que é impossível fazer uma adaptação de um livro perfeita, mas o que me ganhou nesse filme foi que eles captaram a essência do enredo final, foi tudo feito na ápice da intensidade.

Jamie Dornan : Sou suspeita a falar dele já que sou fã dele muito antes dele ser meu Grey. Vê a evolução do personagem e vê o que ele se tornou no fim desse filme encheu meu coração, encheu tanto que trasbordou em meus olhos como lágrimas, temos uma mudança notável desde o fisco do ator até as atitudes do personagem. Temo um Grey mais tolerante ( ainda tem lá suas crises bestas de ciumes, mas nada muito relevante), divertido, mais família. Ele está com um humor acido maravilhoso. Eu me apaixonei pela entrega total do ator para viver nosso eterno personagem e isso só me faz ter mais admiração ainda por ele. No inicio mesmo gostando muito dele me questionei se ele daria realmente conta de fazer um personagem tão intenso, pois na maioria dos filmes ele faz algo mais comum, mas ai lembrei que ele fez  The Fall   e ai eu tive a certeza que ele seria o cara certo para interpretar meu Christian Grey

 Dakota Johnson :  Ela veio para calar a boca da sociedade nesse filme, meu deus eu nasci pra ver a Ana forte, dona de sí, segura e dona da  p#@a toda. Nesse último filme vamos ver uma Ana totalmente madura, dona das suas vontades uma Ana que vai encarar o Christian de igual para igual sem medo de consequências. Ela se mostrou uma mulher e tanto e que não vive as sombras do marido ela quer construir o seu nome. Tenho que confessar que em vista dos outros filmes esse a Dakota está com um corpão, está mais elegante o que um   Ryca virus não faz né? brincadeiras a parte  ela está diva.


 Os personagens secundários trouxeram um brilho a mais para trama,  tanto que um dos secundários pode até se julgar principal, pois ele que liga as teias da trama toda. Estava morrendo de saudade da Kate e do Elliot amo como ele implica com tudo que o Grey faz, e é ate esquisito pensar que ele é o mais velho. Mia está radiante como sempre, assim como Elliot tem um senso de humor maravilhoso. Nunca pensei que fosse sentir tanto ódio do Jack na vida, mas eu senti. Nesse filme também compreendemos melhor um pouco sobre ele. Tenho que tirar o chapéu para o  Eric Johson  ( não ele não é parente da Dakota) ele trouxe de corpo e  alma um personagem  que de fato conseguiu deixar muita gente enojada.

As cenas hot estão maravilhosas, meu deus que cenas. Achei mais trabalhadas do que as dos filmes anteriores e como temos uma Ana mais ousada  as cenas ficaram maravilhosas.O Grey está dando espeço para ela até nisso. Tem uma cena que não teve um no cinema que não soltou um suspiro que é uma que eles estão na casa em Aspen acho bom ir segurando o forninho para essa cena, por que ela tá babado.


Senti falta de algumas falas no filme que  para os fãs são frases marcantes, mas isso não vem ao caso. Temo várias cenas de aventura e adrenalina, Ana se mostrou uma verdadeira piloto de fuga em algumas cenas e isso me deixou maravilhada. Teve cenas que eu gostei mais e cenas que eu gostei menos, achei que a  cena final da  Ana indo até o Jack fosse ter mais emoção. Se eu  chorei? Igual uma criança, não estava pronta para me despedir do casal que eu mais amo. Temos cenas lindas de encher os olhos, conhecemos um pouco mais sobre cada personagem e isso me deixou feliz. A trilha sonora nem preciso falar que está impecável, né?  Eu amei e torno a repetir esse filme foi feito para os fãs. Não vejo a hora de poder ver a versão sem cortes.



É com uma dor no coração que me despeço do meu amado Christian Grey e minha amada Ana, sei que serão personagens que ficarão eternamente em meu coração e que se possível irei  rever o filme quantas vezes eu conseguir. Queria agradecer a E. L James por nos proporcionar uma história tão linda. O que eu tenho a falar sobre o 50 tons é que muitas pessoas julgam de acordo com que leram no primeiro livro, ninguém é obrigado a gostar, mas se tentarem dar uma chance ao enredo do segundo e terceiro livro vai vê a grandeza de um personagem que muitos julgaram. Não falo isso por que amo a trilogia, mas falo como uma leitora critica que vemos a redenção de um homem por amor. Não podemos julgar a  forma que o outro sente prazer, não é mesmo? Eu amo e sempre vou amar essa trilogia, quem não gostou o que tentou e não conseguiu ler, tente dá uma chance e vê com outros olhos é uma história linda de redenção por amor.


OBS: Só saiam da sala de cinema depois que os créditos acabarem

Em suma é um filme maravilho, onde os fãs vão enlouquecer de alegria, foi muito bem produzido e atores fantásticos, uma ótima pedida para os fãs de carteirinha da trilogia.



Ei meus amores! Sou a Bia Coelho!
22 primaveras, mineira,
mãe da Manu,
alucinada por livros.
Apreciadora de bons romances.
Esposa do Christian Grey!
Apaixonada pelo universo literário, leitora compulsiva, freelancer como Web design e projeto de escritora nas horas vagas.

Bem vindos ao
Entre Livros e Amores!

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Luanna
Oioioi, eu sou a Luanna do Instagram @pausaparalivros, escorpiana raiz, e vou aparecer aqui com muitas resenhas de livros, além de dicas de filmes, séries... ou seja, tudo o que a gente ama. Não é mesmo? Espero que gostem do conteúdo que postarei e me sigam no Instagram para saber diariamente o que estou achando das leituras

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