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Resenha A Mulher na Janela


Titulo: A Mulher na Janela
Autor:  A. J. Finn
Editora: Arqueiro
Páginas: 352
Sinopse:Anna Fox mora sozinha na bela casa que um dia abrigou sua família feliz. Separada do marido e da filha e sofrendo de uma fobia que a mantém reclusa, ela passa os dias bebendo (muito) vinho, assistindo a filmes antigos, conversando com estranhos na internet e... espionando os vizinhos. Quando os Russells – pai, mãe e o filho adolescente – se mudam para a casa do outro lado do parque, Anna fica obcecada por aquela família perfeita. Até que certa noite, bisbilhotando através de sua câmera, ela vê na casa deles algo que a deixa aterrorizada e faz seu mundo – e seus segredos chocantes – começar a ruir. Mas será que o que testemunhou aconteceu mesmo? O que é realidade? O que é imaginação? Existe realmente alguém em perigo? E quem está no controle? Neste thriller diabolicamente viciante, ninguém – e nada – é o que parece. "A Mulher Na Janela" é um suspense psicológico engenhoso e comovente que remete ao melhor de Hitchcock.


 Oi oi, meus queridos Leitores. Tudo bem com vocês?
Hoje vim trazer a resenha de um livro que ainda estou sem palavras. Quando o livro fiquei eufórica por que a premissa dele é maravilhosa.Demorei um pouco para concluir a leitura devido a rotina exaustiva que eu venho levando, mas chega de delongas vamos saber o que eu achei sobre  A Mulher na Janela?


Ana Fox é uma psicologa que vive sozinha em uma casa linda e luxuosa. Depois de um terrível trauma ela desenvolveu uma doença chamada agorafobia o que não a permite sair de casa. Então sua vida se resume  a sua casa. Ana tem como hobbie fotografar seus vizinhos, viver uma vida que ela não pode através das lentes da sua Nikon.  Como ela não tem muita coisa para fazer dentro de casa quando não está bisbilhotando a vida dos seus vizinhos ela está vendo filmes antigos e tomando uma boa e generosa taça de vinho.

Então chega uma família nova no bairro Os Russells e por algum motivo eles despertam uma curiosidade em Ana. E ela começa a observar e analisar muito bem essa família. Um dia ela simplesmente escuta um grito vindo do outro lado do parque onde está localizada a casa dos Russells e acaba testemunhado algo que não deveria ter testemunhado. 

Só que tem um simples problema, ninguém acredita em Ana e ela tentará provar com todas as  forças que  não é paranoia  que tudo que ela viu realmente aconteceu. Você acreditaria em uma mulher que bebe muito e toma remédios controlado? E que por diversas vezes mistura os dois?

Que livro!

 Como eu havia citado demorei um pouco para fazer a leitura devido a minha rotina  que esta tomando muito do meu tempo. Levei em média um mês para concluir a leitura, mas em momento algum pensei em abandonar, até por que o livro é maravilhoso. 

Ana me lembrou um pouco a Rachel de A Mulher no trem, pois ambas não tem uma sanidade muito boa e ainda bebem. Ela foi uma personagem muito bem estruturada em todos os quesitos, sério o autor caprichou em tudo e com o passar das páginas começamos a entender muitas coisas do por que do agora. Algumas coisas que ela faz realmente nos confunde e acho que é essa intensão do autor nos pregar peças diante da própria personagem.

No inicio achei que algumas coisas eram ate desnecessárias, mas no final eu vi  que até as virgulas desse livro são extremamente  importantes para a conjunção desse enredo. Temos um Thriller completo sem nenhuma ponta solta. Chega uma certa hora que até mesmo você está confusa se realmente leu ou era coisa da sua cabeça.

O A.J Finn  soube brincar com a mente dos leitores com maestria. A ambientação desse livro é interessante. Fiquei super interessada em conhecer um pouco mais sobre o agorafobia por que até então não fazia ideia que existia e esse tema foi muito bem explanado pelo autor. Nem preciso falar das reviravoltas desse livro né? Confesso que em momento nenhum passou nada parecido na minha cabeça, havia várias outras probabilidades menos essa. O autor jogou direitinho com  nós leitores. 

Tenho minha absoluta certeza que virei fã da escrita do A.J.Finn. O livro é narrado em primeira pessoa somente pelo ponto de vista da Ana o que também é outra jogada maravilhosa, pois só temos uma versão do acontecido e estamos sempre no mesmo patamar que ela. A capa está totalmente condizente com o enredo e tem uma textura maravilhosa e eu tenho um fraco para capas escuras com contraste vermelho. A diagramação é bem simples e a fonte é bem agradável para leitura.

Em suma é um livro maravilhoso  e indico muito para aqueles que querem um livro viciante e que vai te deixar com a boca aberta no final

{Resenha} VOX




 Titulo: Vox
 Autora: Christina Dalcher
 Editora: Arqueiro
Páginas: 320
Sinopse:Uma distopia atual, próxima dos dias de hoje, sobre empoderamento e luta feminina.
O SILÊNCIO PODE SER ENSURDECEDOR #100PALAVRAS
O governo decreta que as mulheres só podem falar 100 palavras por dia. A Dra. Jean McClellan está em negação. Ela não acredita que isso esteja acontecendo de verdade.
Esse é só o começo...
Em pouco tempo, as mulheres também são impedidas de trabalhar e os professores não ensinam mais as meninas a ler e escrever. Antes, cada pessoa falava em média 16 mil palavras por dia, mas agora as mulheres só têm 100 palavras para se fazer ouvir.
...mas não é o fim.
Lutando por si mesma, sua filha e todas as mulheres silenciadas, Jean vai reivindicar sua voz.

Oioioi meus queridos,

Hoje trago para vocês a resenha desse livro que estava sendo muito comentado e então resolvi pedir em parceria com a Editora Arqueiro.



"A tolerância não se estendia aos que estavam no comando."

VOX é uma distopia que se passa em um futuro próximo nos Estados Unidos onde as mulheres, até mesmo as crianças, são limitadas a falar apenas cem palavras ao dia, além de serem expulsas de seus trabalhos, podendo apenas fazer trabalhos domésticos.
Impactante não é? Desde o lançamento o livro me chamou a atenção por causa dessa premissa e também por causa do momento político em que vive a nossa nação verde e amarela.

No livro vamos conhecer a história dos McClellan, mais precisamente da Jean, uma das melhores neurocientistas do país que tem sua pesquisa sobre Afasia interrompida pelas forças do novo governo. Jean passa a viver sob as novas regras impostas, deixando seu trabalho de lado e vivendo em casa com seu marido Patrick, que apesar de trabalhar no governo não concorda com as medidas usadas, e seus quatro filhos, Steven - o filho mais velho-, os gêmeos Leo e Sam e a mais nova Sonia.

Numa tarde qualquer, Jean recebe a visita do reverendo Carl, principal responsável pelos assuntos políticos do país, chamando-a para fazer parte da equipe de pesquisas sobre a afasia, tudo isso porque o irmão do presidente sofreu um acidente e está em estado grave. A única solução que eles veem é chama-la para fazer parte da equipe para poder dar continuidade aos seus estudos sobre esse problema, tanto total liberdade para Jean ficar sem a pulseira que controla a quantidade diária de palavras.
Jean vê então uma oportunidade perfeita para tentar mudar as normas em vigor e dar voz para todas as mulheres novamente, mas é nessa empreitada que ela descobre mais do que ela imaginava.



"É assustador o que ela aprendeu a aceitar como normal."
A leitura me prendeu logo de início, não só pela escrita fluida da autora mas também pela semelhança do universo distópico com a realidade do país. Christina Dalcher criou um universo que pode ser descrito como uma perfeita crítica a sociedade machista em que vivemos, onde as mulheres são vistas apenas como alguém para apoiar o homem, cuidar da casa e reservar sua opinião apenas para si.

Outro ponto que também chamou bastante minha atenção, foi o fato de haver capítulos alternados entre o país com as novas regras e o país sem o estado opressor. Para isso a autora criou a Jackie, que era a melhor amiga da Jean nos tempos de faculdade.

Jackie é uma mulher extremamente proativa e imersa no mundo da política, ela sempre liderava palestras, passeatas e até mesmo protestos sobre o assunto. Procurando atrair sempre o interesse das pessoas às mudanças que estavam ocorrendo, ela chamava a Jean para as discussões, mas a mesma recusava achando o tema "chato demais" ou que não fosse fazer diferença.
E nos capítulos atuais, podemos perceber o quando a Jean se arrependeu de ter fechado os olhos para aquelas questões que naquela época, para ela, pareciam tão pequenas e tão insignificante.

A autora também tocou em um ponto importantíssimo, a mídia. Com todos os seus filhos sendo criados de formas iguais, podemos ver o quanto a mídia e o meio externo, principalmente a escola, molda o pensamento das crianças. Christina Dalcher deixa isso bem claro no relacionamento da Jean com seu filho mais velho Steve. Diariamente o filho mais velho da protagonista aparecia com um pensamento novo que era ensinado na escola se tornando uma pessoa que a Jean não reconhecia mais como filho. Steve diversas vezes, agia como os homens do governo menosprezando a própria mãe em casa e apoiando o fato dela não ter voz, olha um trechinho que relata um pouco sobre isso...

 "Às vezes eu refletia sobre isso, sobre como crianças podem se transformar em monstros, como aprendem que matar é certo e a opressão é justa, como em uma única geração o mundo pode mudar tanto até ficar irreconhecível"


Entre os arrependimentos do passado e a oportunidade de escrever um novo futuro, Jean é uma protagonista bem próxima da realidade, recheada de defeitos e qualidades, uma mulher forte que luta para mudar sua história e a vida de milhares de mulheres.




"Era isso que ele queria: mulheres e meninas docéis."

Apesar do livro ter todos esse pontos positivos e uma trama com uma critica ferrenha ao estado opressor, o final para mim não fez jus a obra criada. Além de tudo acontecer rápido demais no desfecho, a autora utilizou bastante o famoso "Deus ex machina" - artimanha que muitos autoras fazem para criar algo que é conveniente a história.
Por diversas vezes tive que reler o trecho que estava lendo, pois um acontecimento acontecia logo em cima do outro (e ouso dizer até que algumas cenas não se encaixaram).


Mas apesar do final corrido essa é uma leitura que indico e recomendo bastante, ela me fez abrir os olhos para muitas coisas e avaliar o que as minhas ações (ou no caso, a ausência delas) podem causar no futuro.


"O mal triunfa quando os homens bons não fazem nada."

( Filmes) After


 Titulo:  After
Lançamento:11 de Abril
Duração:  105 min.


Oi oi, meus queridos leitores.
Quem é meu leitor mais antigo sabe que há anos atrás eu devorei todos os livros da série AFTER  em menos de 6 dias, eu estava viciada na história eu simplesmente não conseguia parar de ler. Assim a Anna anunciou que iria virar filme tive a mesma sensação maravilhosa de quando anunciaram que 50 tons iria parar nas telonas. Assim que o filme estreou fui assistir. Vamos saber o que eu achei do filme  After?


Tessa é uma jovem que acabou de se formar no ensino médio  e está indo para faculdade, pois sua mãe sempre sonhou com o seu futuro e  ela como uma boa filha aceita de bom grado tudo que a mãe lhe impõe. Indo para faculdade ela acaba deixando para trás seu namorado Noah que ainda está no último ano do ensino médio. A mãe de Tessa planeja seu futuro desde que ela nasceu e obrigando a filha a se formar até mesmo na carreira escolhida por ela. Chegando a faculdade  Tessa se vê em um ambiente novo, com várias pessoas e estilos diferentes e para sua surpresa  sua colega de quarto é um tanto quanto alternativa e isso deixa sua mãe irritada.


Mesmo contra  a vontade da mãe ela resolve ficar nesse quarto até por que  é muito bem recebida por sua nova colega . Um dia depois de tomar banho ela vai para o quarto e quando abre o guarda-roupas vê através do espelho um garoto deitado na cama da Stheph. Ela se assusta e pede para que ele saia, mas Hardin não é bem um cara que aceita qualquer coisa.

Stheph acaba virando amiga de Tessa e tem como missão leva-la há uma festa, pois ela é muito quietinha e merece uma boa noitada. Depois de muita insistência da parte da Stheph, Tessa resolve aceitar o convite e ir. Chegando  a festa, Tessa se vê em um mundo novo, pois nunca foi acostumada com: Festas, pegação, bebedeira dentre outras que rolam nesses lugares. Chegando lá ela encontra com a galera da Stheph e claro que Hardin estava lá. Começam a falar coisas obscenas, porém o que eles não imaginam é que Tessa é virgem.

Quando  sacam isso resolvem brincar de verdade ou consequência. E a primeira a ser desafiada é a Tessa eles a desafiaram  beijar o Hardin. Ela levanta e faz com que vai beija-lo, mas logo dá as costas para ele e seus amigos zoam, pois foi o primeiro fora que ele levou.

Hardin é um menino-problema, seu pai é o reitor da faculdade e está prestes a se casar, enquanto sua mãe mora longe. Ele tem sérios problemas causados por traumas que desenvolveu na infância e vários dele são ligados ao seu pai. Ele é largado quando o quesito é amor, ele só vive o hoje sem medo das consequências que o amanha vai trazer. Não tem amarras.  Tudo dele é sua galera e está disposto a tudo para provar que ele pode qualquer coisa.


Depois do desafio Tessa acha um quarto e se encanta com uma prateleira de livros e  pega um. Hardin entra em seu quarto e percebe que Tessa está com um de seus livros favoritos na mão e tenta seduzi-la, mas de uma maneira fofa e um tanto literária citando o que estava marcado na citação que ela estava lendo. Tessa estava vendo um lado de Hardin que talvez algumas pessoas não conheciam.

Depois desse dia ela acaba encontrando com ele e Hardin diz que quer mostrar algo a ela, mas ela fica totalmente receosa, até por que ela sente algo inexplicável quando está perto dele e ela não deveria sentir, pois ela namora. Mesmo diante de tudo  que diz pra ela se afastar dele, Tessa fica cada vez mais ligada a Hardin.

Eles começam a se conhecer melhor, mas quando isso está acontecendo Noah aparece para fazer uma bela visita a Tessa e isso a deixa mais confusa ainda. Hardin se vê um tanto enciumado com a situação e acaba de envolvendo em uma briga para defender Tessa na frente do seu namorado que de inicio não estranha nada a situação, pois acha que é  apenas um amigo tentando defender sua namorada. Nessa mesma noite o amigo de Tessa que é filho da namorada do pai do Hardin liga para ela pedindo para que vá até a casa deles, pois Hardin estava totalmente furioso e havia quebrado várias coisas da casa.

Chegando lá Tessa se depara com Hardin de uma forma que nunca viu. Hardin não bebe e mesmo assim estava com uma garrafa de bebida quase toda vazia e quando Tessa o questiona quanto a isso ele solta a garrafa no chão fazendo com que ela vire mil pedaços. Tessa se abaixa e começa a pegar os cacos no chão e isso parte o coração dele que levanta para pedir com que pare de catar  a bagunça que ele fez e nessa hora que Tessa acaba cortando a mão. Depois de conversarem muito durante a noite eles pegam no sono. No dia seguinte Tessa acorda desesperada, pois lembra que deixou Noah dormindo sozinho em sua cama no alojamento.

Quando ela vai de encontro ao Noah ele há enche de perguntas e assim que vê Hardin atrás dela já entende tudo e vai embora. Tessa se sente aliviada por um lado, mas triste por outro. Ela sentia que acabara de perder seu melhor amigo. O tempo foi passando a relação dela com sua mãe teve uns altos e baixos, pois em uma discussão, Tessa resolveu falar com sua mãe tudo que estava entalado há muitos anos em sua garganta.

Nesse período também Tessa e Hardin estavam cada vez mais próximos e se envolvendo mais. Hardin era outra pessoa quando estava com Tessa. Ela estava literalmente apaixonada por ele e então devido a situação eles acabam indo morar juntos por um tempo. Só que o felizes para sempre de Tessa está longe de acontecer, pois ela descobre algo que a deixou totalmente sem chão. Será que Tessa é forte o suficiente para encarar a verdade ?

Me apaixonei de novo pelo Hardin!

 Eu gostei muito do filme e só tenho uma ressalva a fazer. A cena da descoberta da Tessa foi beeeeeeeeeeem diferente do livro e era  a cena que eu mais ansiava, eu fiquei tipo:oi? A cena não foi ruim, mas para nós fãs do livro sabemos que é uma cena de grande tensão e importância no livro. Vi algumas pessoas falando que não achou o filme tão sensual, eu até compreendo, pois a classificação do filme foi para menores de idade então não poderia ter algo tão bem explorado igual nos livros e eu confesso que até prefiro assim.

Há interpretação foi maravilhosa, por mais que atriz que fez a Tessa demorou um pouco para me convencer, pois a Tessa é um tanto vergonhosa e ela foi um pouco mais ousada, mas isso passou logo nos primeiro minutos. O Hero me ganhou de cara e não é só por que ele é lindo ( por que ele é muito lindo) mas ele tem a essência do Hardin, e quando eu lia o livro eu imaginava algo parecido com o ator. A química deles é inegável, foi maravilhoso acompanhar eles. Uma coisa que eu não curtir foi a voz de quem dublou o Hardin, não senti que combinou nem um pouco com o ator.


 Sei que uma adaptação não pode ser 100% fiel, mas senti que algumas coisas ficaram vagas, mas em compensação outras foram mais bem exploradas como por exemplo: A história de Hardin e do pai. As cenas de Hardin e Tessa por muitas vezes foram corridas só mostrando mesmo a passagem do tempo para eles. Conseguimos sentir quando o amor de ambos vai crescendo e esse era um dos meus maiores receios, de achar que os atores não iam conseguir transmitir isso ao publico, mas eles fizeram isso com excelência. 


Hardin é cômico e me matou de rir por diversas vezes assim como Tessa, vemos uma exploração maior da personagem da Tessa nesse primeiro filme, creio que se tiver o segundo a expansão da vida dos personagens será maior. De modo geral eu amei o filme, é tão gratificante quando vemos um livro se tornar filme e aqueles personagens tão queridos se tornarem reais. Acho que tudo foi dentro dos conformes e que também não podemos exigir tanto assim, pois é o primeiro filme. Posso dar como exemplo novamente os filmes do 50 tons que sentimos uma evolução enorme na coerência do enredo na medida em que os filmes foram passando e no último filme eles arrasaram e fecharam com chave de ouro e espero que seja assim com After.


Em suma é um filme muito bom e os fãs vão gostar. 

{Resenha} Um Amor de Inverno





Titulo:  Um amor de inverno
Autora: Carrie Elks
Editora: Verus
Páginas:320
Sinopse:Pode estar nevando lá fora, mas, em uma cabana de madeira no meio da floresta, as coisas estão definitivamente quentes...
A estudante de cinema Kitty Shakespeare está determinada a aproveitar ao máximo seu novo emprego comInstagram @pausaparalivrosInstagram @pausaparalivroso babá. Pode não ser exatamente a carreira que ela esperava quando mudou de Londres para Los Angeles, mas, graças ao hábito de travar em entrevistas, esta pode ser sua última chance de impressionar um dos maiores produtores de Hollywood ― se ela conseguir cuidar do filho dele direito, certamente o homem vai olhar para ela com mais atenção.
Pelo lado positivo, há muita neve na casa da família nas montanhas e ela sempre adorou crianças. Mas Kitty não contava se envolver com a família problemática do chefe, nem se sentir atraída por Adam, o irmão sexy e recluso. Adam Klein pode ser lindo, mas também é bruto e grosseiro e não está pronto para cair de quatro pela babá ― não depois do ano que ele teve. Tudo o que ele quer é se enfiar em sua cabana na floresta e se esconder do irmão que destruiu sua vida. Se ao menos ele conseguisse ignorar a maneira como Kitty faz seu coração disparar... Isso está longe de ser amor à primeira vista ― mas desde quando o caminho para um final feliz digno de cinema acontece sem tropeços? 
Um Amor de Inverno é mais um romance de aquecer o coração da série As Irmãs Shakespeare. Quatro irmãs, quatro histórias... quatro maneiras de encontrar o amor verdadeiro.



Oioioi meus queridos,

Hoje trago a resenha desse livro que AMEI demais! então confere para saber tudo direitinho e corre para comprar o seu hahaha.




Kitty é a mais nova de quatro irmãs e se que saiu da sua tão amada Londres para poder estudar cinema em Los Angeles, onde o mercado é bem maior, mas apesar do mercado amplo ela está com uma dificuldade enorme em conseguir um estágio na sua área, Kitty já tem uma gaveta repleta de cartas de recusa, até que ela é solicitada para ser babá de Jonas, filho de Everett Klein, um grande produtor de Hollywood, Kitty aceita o  trabalho sem nem pensar duas vezes e espetar ter uma oportunidade em mostrar o seu potencial para o Everett e assim conseguir seu estágio.

Depois de ter uma briga feia com seu irmão, Adam Klein decidiu ficar recluso na Virgínia - lugar onde seu irmão raramente aparece - numa cabana que fica a alguns minutos da casa da sua família, mas o que ele não esperava era que Everett Klein aparecesse para passar o natal por lá com sua esposa, filho e sua... babá!

Apesar do primeiro contato que teve com Kitty, Adam não consegue tirar a babá de Jonas da sua cabeça, mas seu jeito grosseiro não ajuda muito para que os dois fiquem juntos.. até que um presente - bem inusitado - de natal faz com que os dois se aproximem diariamente.





Segundo livro de uma serie independente, isto é, você não precisa ler todos em ordem, Um amor de Inverno me ganhou logo de cara.
Não sei se foi fato de já ter conhecido a escrita da autora no primeiro livro - Um verão na Itália - , mas esse volume, diferentemente do primeiro, me prendeu da primeira página até a ultima.

 Kitty Shakespeare, apesar de ser a irmã mais nova, é uma mulher bem decidida e que corre atrás dos seus sonhos, tirando seus medos e travas às entrevistas de emprego haaha além de ser um doce com Jonas, o filho de Everett. Amei muito o fato da autora ter explorado a relação entre eles, a gente pode ver como o filho é negligenciado pelos pais e como a chegada de Kitty acaba melhorando o feriado natalino da criança.

Mas apesar do livro se tratar de mais uma das irmãs Shakespeare, o que mais me chamou a atenção e me deixou intrigada para ler foi o relacionamento entre os irmãos Klein e como o que aconteceu no passado mexeu com toda a família.

Assim que somos apresentados ao Adam Klein, ele está em uma sessão de terapia (o que eu AMEI da autora ter colocado, depois falo mais sobre isso) onde ele comenta sobre uma briga passada com seu irmão e tenta manter o controle da sua raiva, e a partir daí fiquei bastante intrigada para tentar adivinhar o que de tão grave tinha acontecido entre eles.

E por ser um homem bastante recluso e por morar sozinho em sua cabana, a cada sessão de terapia ele vai se abrindo e vamos conhecendo-o e nos apaixonando por ele pouco a pouco. o que achei genial da parte da autora, já que em muitos livros não temos essa proximidade tão grande com os personagens masculinos.Por fim acabamos descobrindo que por baixo de toda aquela feição de homem das cavernas, mora um homem carinhoso e um tio para lá de amoroso.
Um Amor de Inverno é um livro completo!
Nele você vai achar romance, comédia, drama familiar e até mesmo um suspense que ronda os irmãos Klein hahaha.

Escrito em terceira pessoa, Carrie Elks escreve mais um romance arrebatador que não vai te fazer largar o livro até finaliza-lo e ainda vai ficar com gostinho de "quero mais". Indico fortemente a leitura para todos nós, loucos por romances, e até mesmo para os que não curtem o genero hahaah
apesar de se passar no inverno da Virginia, esse livro tem o potencial de aquecer o seu coração!!

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{Resenha - Eu Perdi o Rumo}




 Titulo: Eu Perdi o Rumo
Autora: Gayle Forman
Editora: Arqueiro
Páginas: 272
Sinopse:O novo romance de Gayle Forman, autora dos best-sellers Se Eu Ficar e Eu Estive Aqui.
Suas obras já venderam mais 9 milhões de livros pelo mundo. 
Freya perdeu a voz no meio das gravações de seu álbum de estreia. Harun planeja fugir de casa para encontrar o garoto que ama. Nathaniel acaba de chegar a Nova York com uma mochila, um plano elaborado em meio ao desespero e nada a perder. 
Os três se esbarram por acaso no Central Park e, ao longo de um único dia, lentamente revelam trechos do passado que não conseguiram enfrentar sozinhos. Juntos, eles começam a entender que a saída do lugar triste e escuro em que se acham pode estar no gesto de ajudar o próximo a descobrir o próprio caminho. 
Contado a partir de três perspectivas diferentes, o romance inédito de Gayle Forman aborda o poder da amizade e a audácia de ser fiel a si mesmo. Eu Perdi o Rumo marca a volta de Gayle aos livros jovens, que a consagraram internacionalmente, e traz a prosa elegante que seus fãs conhecem e amam.

Olá meus queridos,

Hoje eu vou trazer uma resenha dessa autora que é uma queridinha minha, sou toda íntima, e que escreve sobre assuntos sérios de forma leve. Já li diversos livros da Gayle Forman e até agora todos que li eu adorei! Então vamos lá...




"Os três podem ser perfeitos desconhecidos, com vidas diferentes e problemas diferentes, mas ali, naquele consultório, estão medindo a tristeza da mesma forma. Estão medindo em perdas."



Em “Eu perdi o rumo” vamos conhecer a história de três jovens, Freya, Harun e Nathaniel e de como cada um, mesmo com histórias de vidas diferentes, acabam se identificando e se apoiando uns aos outros quando o destino os une.
O livro tem capítulos alternados e narrados por cada personagem, o que nos faz conhecer, a fundo, a história dos três personagens principais, de modo que a cada capítulo há uma descoberta nova e fica praticamente impossível você não se envolver.

Para vocês terem um gostinho de como essa história é real e complexa, vou falar sobre cada um:


Freya
“Acreditei que, enquanto cantássemos juntas, eu ficaria bem.”

Freya vive com seus pais e sua irmã mais velha, Sabrina. Sua maior paixão é cantar, algo que não esta conseguindo fazer. Ela se vê completamente sem rumo, já que tem um contrato assinado com um produtor famoso e deveria estar gravando seu novo álbum, ela já foi a inúmeras consultas médicas, passou por vários procedimentos, mas nada consegue fazê-la voltar a cantar.
 E é ao sair de mais uma consulta médica, sem sucesso, que vamos conhecer o porquê da Freya estar nessa situação e porque seu maior medo é cair no esquecimento dos meus fãs e se tornar uma pessoa invisível.


Harun
“Havia sempre a decisão de qual coração despedaçar. Era inevitável partir o próprio.
Já estava dilacerado.”

Conhecemos Harun em uma mesquita tentando rezar, isso mesmo, tentando... Porque sua cabeça está cheia de incertezas e julgamentos, muitas vezes dele mesmo. Isso porque Harun é homossexual e está apaixonado por outro menino.
Harun vem de uma família de Paquistaneses e seus pais são pessoas extremamente conservadoras e religiosas, o que faz ele não se sentir nada seguro para ser sincero sobre seus sentimentos e o fato de não querer se casar com uma mulher. E esse segredo, que está sendo oculto por anos, faz Harun se sentir um covarde a ponto de pensar até em fugir de casa.


Nathaniel
“Éramos só nós. Uma sociedade de dois.”


Esse foi o meu personagem queridinho, e o que mais me deixou intrigada, isso porque há primeira vista Nathaniel não tem nenhum trauma ou perda, a autora vai soltando os detalhes desse personagem bem discretamente e aos poucos, é por isso que não vou falar muito dele por aqui para não soltar nenhum tipo de spoiler. Vou falar apenas que Nathaniel é filho único e desde pequeno vive somente com o pai, um eterno sonhador e sua avó.




"A melhor forma de desarmar alguém é com excesso de gentileza"



Esses três jovens se cruzam de uma maneira completamente inusitada e é a partir daí que vamos conhecer a fundo cada um deles
É simplesmente incrível ver como cada um, mesmo com sua situação difícil, seus traumas e seus passados, fazem de tudo para reerguer o outro e para entendê-lo. O livro ocorre no período de um dia e no decorrer da leitura podemos perceber cada um abaixando a guarda e deixando o outro entrar um pouquinho no seu universo particular, acho que foi isso que me fez gostar tanto do livro, gostei de ver os laços entre eles sendo criados e como a cada capitulo essa amizade ficava mais forte.

Mas nem só de personagem principal vive um livro, não é mesmo? Os personagens secundários também foram muito bem escritos (principalmente a irmã da Freya e o pai de Nathaniel) e foi aí que eu tirei o chapéu para a autora, porque o livro é bem fininho e como tínhamos capítulos que narravam o presente dos três personagens e alguns capítulos que retratavam o passado deles, eu pensei “aaaah, mas a Gayle não vai conseguir se aprofundar  nessa relação aqui” e quando eu vi, ela ia lá e escrevia mais um capitulo ou cena maravilhosa que explicada tudo direitinho. 




Enfim, simplesmente amei todos os personagens e o enredo!!
A edição está, como sempre, lindíssima, só gostaria que tivesse algumas legendas no rodapé das páginas, é que por Harun ser Paquistanês, no meio do livro tinha algumas palavras em urdu que me deixaram curiosas para saber o seu significado, mas nada que atalhasse a leitura.


Recomendo bastante o livro, uma leitura leve, necessária e reflexiva!



"Portar a perda de alguém é ser o guardião de seu amor. Compartilhar a própria perda com alguém é uma forma de dar o próprio amor."



Ei meus amores! Sou a Bia Coelho!
22 primaveras, mineira,
mãe da Manu,
alucinada por livros.
Apreciadora de bons romances.
Esposa do Christian Grey!
Apaixonada pelo universo literário, leitora compulsiva, freelancer como Web design e projeto de escritora nas horas vagas.

Bem vindos ao
Entre Livros e Amores!

Colaboradoras

Luanna
Oioioi, eu sou a Luanna do Instagram @pausaparalivros, escorpiana raiz, e vou aparecer aqui com muitas resenhas de livros, além de dicas de filmes, séries... ou seja, tudo o que a gente ama. Não é mesmo? Espero que gostem do conteúdo que postarei e me sigam no Instagram para saber diariamente o que estou achando das leituras

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